sábado, 19 de fevereiro de 2011

PIB – PRODUTO INTERNO BRUTO

PIB – PRODUTO INTERNO BRUTO

Representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada Região (País, Estados, Cidades). Durante um período
determinado  ( mês, trimestre, ano etc.). O PIB é um dos indicadores mais utilizados
na Macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade de bens e serviços finais.
Bens de consumo não considerar.
Bens – Tudo o que tem utilidade, podendo satisfazer uma necessidade ou suprir uma carência. Os bens econômicos são aqueles relativamente escassos ou que demandam trabalho humano. Assim, o ar é um bem livre, mas o minério de ferro é um bem eco-
nômico. Existem vários tipos de bens econômicos, podendo-se distingui-los por sua natureza, por sua função na produção,  por suas relações com outros bens,   por suas
pecularidades no que se refere à comercialização etc.   Entre as principais distinções feitas pelos economistas estão:     os bens de consumo,    ou de produção (máquinas, equipamentos),   os bens duráveis (uma casa),  os bens não-duráveis (uma fruta), os
bens mistos  (um automóvel é bem de capital para um motorista de táxi e,    bem de consumo para a pessoa que o usa por prazer), os bens necessários (alimentos, roupas),
os bens supérfluos (uma jóia), os bens complementares (pneu e volante de automóvel)
e os bens sucedâneos (margarina, em relação à manteiga.

PNB – PRODUTO NACIONAL BRUTO.
É o valor agregado de todos os bens e serviços resultantes da mobilização de recursos nacionais (pertencentes a residentes no país),  independente do território econômico 
que esses recursos foram produzidos.  Incluem-se nele o valor da depreciação, e  o resul
tado , positivo ou negativo, da conta  de rendimentos do capital do balanço de pagamentos. Ou seja,  os rendimentos recebidos em decorrência de investimentos no exterior são agregados ao PNB;  paralelamente deduzem-se os rendimentos remetidos para o exterior em virtude de inversões do capital estrangeiro no país.
Por outro lado,  o PNB resulta do valor bruto da produção, deduzidas as transações intermediárias. Deveria coincidir com o conceito de valor agregado bruto, que engloba
todos os pagamentos e fatores de produção, mais os impostos indiretos e as reservas para depreciação. Isso não acontece basicamente em virtude dos subsídios governamen-
tais. Assim, para o cálculo do PNB a preços de mercado,  parte-se do valor agregado bruto e deduzem-se esses subsídios.
Postarei  outras informações posterior.
Juscelino Rosa Morais
Economista.

Um comentário:

Nicole S. disse...

oo professor ;D
(Nicole S.na área -táparei)
seu blog é mto interessante ;D
parabéns professor ;D
Beeijos~*