PIB – PRODUTO INTERNO BRUTO
Representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada Região (País, Estados, Cidades). Durante um período
determinado ( mês, trimestre, ano etc.). O PIB é um dos indicadores mais utilizados
na Macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade de bens e serviços finais.
Bens de consumo não considerar.
Bens – Tudo o que tem utilidade, podendo satisfazer uma necessidade ou suprir uma carência. Os bens econômicos são aqueles relativamente escassos ou que demandam trabalho humano. Assim, o ar é um bem livre, mas o minério de ferro é um bem eco-
nômico. Existem vários tipos de bens econômicos, podendo-se distingui-los por sua natureza, por sua função na produção, por suas relações com outros bens, por suas
pecularidades no que se refere à comercialização etc. Entre as principais distinções feitas pelos economistas estão: os bens de consumo, ou de produção (máquinas, equipamentos), os bens duráveis (uma casa), os bens não-duráveis (uma fruta), os
bens mistos (um automóvel é bem de capital para um motorista de táxi e, bem de consumo para a pessoa que o usa por prazer), os bens necessários (alimentos, roupas),
os bens supérfluos (uma jóia), os bens complementares (pneu e volante de automóvel)
e os bens sucedâneos (margarina, em relação à manteiga.
PNB – PRODUTO NACIONAL BRUTO.
É o valor agregado de todos os bens e serviços resultantes da mobilização de recursos nacionais (pertencentes a residentes no país), independente do território econômico
que esses recursos foram produzidos. Incluem-se nele o valor da depreciação, e o resul
tado , positivo ou negativo, da conta de rendimentos do capital do balanço de pagamentos. Ou seja, os rendimentos recebidos em decorrência de investimentos no exterior são agregados ao PNB; paralelamente deduzem-se os rendimentos remetidos para o exterior em virtude de inversões do capital estrangeiro no país.
Por outro lado, o PNB resulta do valor bruto da produção, deduzidas as transações intermediárias. Deveria coincidir com o conceito de valor agregado bruto, que engloba
todos os pagamentos e fatores de produção, mais os impostos indiretos e as reservas para depreciação. Isso não acontece basicamente em virtude dos subsídios governamen-
tais. Assim, para o cálculo do PNB a preços de mercado, parte-se do valor agregado bruto e deduzem-se esses subsídios.
Postarei outras informações posterior.
Juscelino Rosa Morais
Economista.
Um comentário:
oo professor ;D
(Nicole S.na área -táparei)
seu blog é mto interessante ;D
parabéns professor ;D
Beeijos~*
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