segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Corinthians 2017

Seis problemas que explicam queda de rendimento do Corinthians

Uma Publicão do Uol. Blog do Perrone
1 – Preparo físico
É visível o desgaste físico do time. Isso afeta a equipe tanto no ataque como na defesa.
No primeiro turno, quando um corintiano tinha a posse de bola na frente, pelo menos dois companheiros se movimentavam perto dele para oferecer opção de passe. Agora, com o cansaço, essa movimentação diminuiu e quem está com a bola nos pés tem menos opções. A distância para os companheiros aumenta a dificuldade na troca de passes e faz crescer a chance de erros.
Por causa da falta de gás de boa parte dos atletas, quando é perdida a posse de bola, a transição para a defesa é mais lenta do que era no turno inicial. Assim, os contra-ataques dos adversários passaram a ser mais perigosos. Procurado pelo blog, o preparador físico Walmir Cruz disse que não poderia dar entrevista por ordem da diretoria.
2 – Laterais
A queda de produção de Guilherme Arana e Fágner tem tudo a ver com a piora de desempenho do Corinthians. Os dois, principalmente o lateral esquerdo, estavam entre as principais armas da equipe no primeiro turno. Atacavam com eficiência e voltavam com rapidez para compor a defesa. Os cruzamentos de Arana eram letais.
A dupla agora é pouco eficiente no ataque. Fágner erra passes em demasia e tem dificuldade para recompor a defesa. Ele foi o corintiano que mais perdeu a bola na derrota do último domingo por 1 a 0 a Ponte Preta, de acordo com o site Footstats. Foram oito bolas perdidas graças a passes errados. Ainda assim, foi um dos mais eficientes no ataque. O lateral-direito também comete falhas de posicionamento defensivo que contribuem para gols adversários.
Por sua vez, o antes perigoso Arana fez apenas dois cruzamentos em Campinas, ambos errados. Sem contar com sua eficiência, o time acertou apenas quatro cruzamentos no jogo inteiro. Dois com Fágner e a mesma quantidade com Clayton. A Ponte fez seis cruzamentos certos.
3 -Meias
Jadson e Rodriguinho eram fonte de criatividade e articulação de jogadas no primeiro turno. Agora demonstram esgotamento físico e repetem atuações apagadas.
Jadson errou cinco lançamentos e acertou só um contra a Ponte. Rodriguinho lançou duas bolas com precisão e uma de maneira errada. Cada meia deu apenas um passe para a finalização de colegas.
4 – Manutenção do time
Apesar de ver despencar o rendimento de jogadores que foram fundamentais no primeiro turno, Carille prefere não tirá-los da equipe. Nomes como Jadson e Rodriguinho repetem más atuações e seguem na equipe. O desempenho coletivo não melhora e a diferença para os rivais vai derretendo.
5 – Contusões
No primeiro turno, o Corinthians também sofreu com lesões, mas quem entrou deu conta do recado. Na etapa final do campeonato, as lesões prejudicaram mais o time. Pablo custou a se recuperar de contusão e o rendimento da defesa sem ele não foi o mesmo. Pedro Henrique não conseguiu manter o mesmo nível da zaga. Pablo voltou contra a Ponte. Arana teve dificuldades para se recuperar de lesão e jogou várias vezes com dores causadas por uma fibrose. O lateral alegou que contra o Botafogo fez a sua primeira partida depois do retorno ao time sem estar dolorido. O departamento médico do clube afirma que a fibrose (aumento de tecidos em processos de cicatrização) é normal após algumas contusões.
6 – Gols sofridos em cruzamentos
Fábio Carille não conseguiu corrigir as falhas que o time apresentava já no primeiro turno nas bolas cruzadas em sua área e o problema parece ter se acentuado agora. Os três gols levados pelo líder do Brasileirão nos últimos dois jogos, contra Botafogo e Ponte Preta, foram a partir de jogadas desta forma.
VAMOS LÁ TIMÃO.



sábado, 14 de outubro de 2017

Campeonato Brasileiro 2017

Olá amigos do Blog. Boa tarde. Amanhã tem jogo do lider. Só para lembrar. Joga lá na Bahia.
Jogo fora de casa. Provavelmente não deveremos ter problemas para vencermos essa partida, não menosprezando o adversário, que tem tradição nos campeonatos que disputam.
VAMOS LÁ TIMÃO.
Juscelino Rosa Morais.