Vingança do eleitor Na madrugada de domingo, esperava-se até por três horas no centro da cidade de São Paulo (onde quase ninguém vai naquele horário, exceto moradores de rua) para conseguir ver as obras impressionistas no Centro Cultural Banco do Brasil. Nas luzes dos mestres do impressionismo, vemos a São Paulo iluminada. Há uma fome de cultura e de educação de qualidade, movida pelas classes C e D que ganham mais escolaridade e mudam nossa paisagem social. As pessoas estão até aqui se lixando para as eleições municipais porque os candidatos não falam nada de interessante conectado à vida dos cidadãos. É uma mediocridade avassaladora. Não tem luz. A São Paulo iluminada é essa das filas da madrugada para ver não um show de pagode ou música sertaneja. Mas Monet ou Renoir. Assim como se formam filas para ver quadros de Caravaggio no Masp. Filas de novo vão se formar na Bienal do Livro, que começa nesta semana. No final do mês, ocorre a experiência do Design Week (leia mais), na qual o design ocupa vários pontos das cidade. Um dos personagens mais populares é João Carlos Martins, que espalha música erudita pela periferia. Jovens aprendem como usar a internet para pagar pouco ou quase nada. O desinteresse do eleitor é uma espécie de vingança silenciosa.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Uma Publicação Folha Gilberto Dimenstein
De Poeta Todos Nós Temos Um Pouco:
NÃO É BEM ASSIM.
Entender o amor é tão difícil quanto ter prazer em sentir dor. Tão difícil quanto dizer que não ama a quem ama, é tentar apagar esta chama. Não entendo a maldade quase sempre confundo utopia com liberdade. É possível amar sem chorar? É possível ganhar sem lutar? Se é, então, é possível ser sem nascer e morrer sem viver. Citação: " A única coisa que sei é que nada sei" - Sócrates.
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