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A primeira visita do São Paulo ao Itaquerão tornou-se o melhor clássico paulista neste Brasileiro. Foi um jogo imprevisível desde o início, com pênaltis, expulsões, cinco gols e uma virada. Saiu vitorioso o time da casa por conta de sua melhor atuação, e de uma participação excelente de Guerrero, envolvido em todos os tentos.
Houve surpresas já nas escalações dos times com Danilo pelo lado corintiano, e Luis Fabiano pelo são-paulino. O técnico Mano Menezes acertou pois Danilo, ressurgido das cinzas, teve boa atuação no segundo tempo, após o primeiro tempo fraco. Já o centroavante esteve desaparecido e saiu no intervalo.
Foram segundos. A placa levantou e apontava: Danilo vai sair para a entrada de Ángel Romero. Luiz Fávio de Oliveira para o jogo e autoriza a troca. Mano Menezes sai do banco desesperado, gesticula, grita com seus auxiliares e pede para esperar.
A bola, então, volta a rolar. O paraguaio segue na beira do campo, e o auxiliar avisa o quarto árbitro que a troca, agora, seria outra: sai Bruno Henrique, o Corinthians iria para cima do São Paulo, para aproveitar a expulsão de Álvaro Pereira.
Mal sabia Mano Menezes que ele estaria deixando em campo o homem que foi decisivo para a vitória por 3 a 2 em cima do São Paulo neste domingo (21) no Itaquerão.
Menos de um minuto depois, o meia tabelou com Guerrero e deixou o peruano em condição espetacular na frente de Denis. O atacante usou a categoria que a torcida já conhece e tocou na saída do goleiro são-paulino. Romero, que estava na beira do campo, só comemorou. E voltou de lá para o banco de reservas.
Essa não é a primeira vez que Danilo salvou o Corinthians no clássico contra o São Paulo. O meia estava completamente sumido, mas apareceu na hora que precisava. Destaque também para Guerrero, que não só fez o gol, mas participou dos outros dois.
"Acho que minha carreira sempre foi assim, não consigo agradar todo mundo. Graças a deus consegui ajudar hoje. A história que eu tenho é muito bonita, aqui e do lado de lá também. O importante é que dá sempre certo para o lado em que estou", disse o meia, após a partida.
O Timão foi GUERREIRO & Companhia. A Mano soube esperar a recuperação do Danilo em campo. Só três partidas e a recuperação para o Triunfo Final. Juscelino Rosa Morais.
A primeira visita do São Paulo ao Itaquerão tornou-se o melhor clássico paulista neste Brasileiro. Foi um jogo imprevisível desde o início, com pênaltis, expulsões, cinco gols e uma virada. Saiu vitorioso o time da casa por conta de sua melhor atuação, e de uma participação excelente de Guerrero, envolvido em todos os tentos.
Houve surpresas já nas escalações dos times com Danilo pelo lado corintiano, e Luis Fabiano pelo são-paulino. O técnico Mano Menezes acertou pois Danilo, ressurgido das cinzas, teve boa atuação no segundo tempo, após o primeiro tempo fraco. Já o centroavante esteve desaparecido e saiu no intervalo.
Foram segundos. A placa levantou e apontava: Danilo vai sair para a entrada de Ángel Romero. Luiz Fávio de Oliveira para o jogo e autoriza a troca. Mano Menezes sai do banco desesperado, gesticula, grita com seus auxiliares e pede para esperar.
A bola, então, volta a rolar. O paraguaio segue na beira do campo, e o auxiliar avisa o quarto árbitro que a troca, agora, seria outra: sai Bruno Henrique, o Corinthians iria para cima do São Paulo, para aproveitar a expulsão de Álvaro Pereira.
Mal sabia Mano Menezes que ele estaria deixando em campo o homem que foi decisivo para a vitória por 3 a 2 em cima do São Paulo neste domingo (21) no Itaquerão.
Menos de um minuto depois, o meia tabelou com Guerrero e deixou o peruano em condição espetacular na frente de Denis. O atacante usou a categoria que a torcida já conhece e tocou na saída do goleiro são-paulino. Romero, que estava na beira do campo, só comemorou. E voltou de lá para o banco de reservas.
Essa não é a primeira vez que Danilo salvou o Corinthians no clássico contra o São Paulo. O meia estava completamente sumido, mas apareceu na hora que precisava. Destaque também para Guerrero, que não só fez o gol, mas participou dos outros dois.
"Acho que minha carreira sempre foi assim, não consigo agradar todo mundo. Graças a deus consegui ajudar hoje. A história que eu tenho é muito bonita, aqui e do lado de lá também. O importante é que dá sempre certo para o lado em que estou", disse o meia, após a partida.
O Timão foi GUERREIRO & Companhia. A Mano soube esperar a recuperação do Danilo em campo. Só três partidas e a recuperação para o Triunfo Final. Juscelino Rosa Morais.


















O que melhor aproveitou a chance. Correu, marcou, criou e ainda fez o seu gol. Foi elogiado por Felipão e garantiu seu lugar nas próximas convocações. Mostrou que pode jogar como volante, meia e até como um segundo atacante. A polêmica que o deixou fora das últimas listas já é passado.
Já havia mostrado seu potencial durante a disputa da Copa das Confederações. Diante dos australianos, teve a ingrata tarefa de substituir o artilheiro Fred. Foi bem e fez o que Felipão mais gosta em um centroavante: gols. Com a atuação, deu importante passo para estar no grupo que vai ao Mundial do ano que vem.
O ex-jogador do Atlético-MG aproveitou a chance e infernizou a defesa australiana. Participou dos dois primeiros gols e teve rápido entrosamento com Maicon. Depois de ganhar elogios na Copa das Confederações, mostrou que pode ser importante. Já passou Lucas, seu concorrente direto por uma vaga no time.
Convocado para o amistoso contra a Suíça, Maxwell voltou a ser chamado. Contra a Austrália, atuou por 45 minutos e deu passe para o gol de Ramires. Na próxima terça, será titular contra Portugal e poderá provar que merece estar no grupo. Concorre a uma vaga com Filipe Luis, do Atlético de Madri, e Adriano, do Barcelona.
O atacante do Corinthians entrou na vaga de Jô no segundo tempo e também deixou a sua marca. Corre por fora por uma vaga no Mundial, mas aproveitou a chance e mostrou faro de gol. Neste ano, pelo Corinthians, já superou o número de partidas dos últimos anos e parece ter superado o histórico de lesões.