Pato marca, mas Goiás vence Corinthians com gol de ex-são-paulino Hugo
Guilherme Palenzuela
Do UOL, em São Paulo
Pacaembú São Paulo Goiás derrota o Corinthians no Pacaembu por 2 a 1
Pacaembú São Paulo Goiás derrota o Corinthians no Pacaembu por 2 a 1
Alexandre Pato e Walter têm 24 anos e vieram do mesmo lugar. Formaram-se como profissionais no Internacional e de lá saíram como promessas do futebol brasileiro. Cada um seguiu seu caminho, nos quais nasceram as diferenças. Neste domingo, no Pacaembu, eles se enfrentaram por Corinthians e Goiás, foram protagonistas da partida. Quem também apareceu foi o meia Hugo, bicampeão brasileiro pelo São Paulo de Muricy Ramalho, e o volante Amaral – ambos marcaram para o time visitante, que venceu o Corinthians por 2 a 1.
Pato e Walter são os artilheiros de seus times no Brasileirão. O corintiano balançou as redes neste domingo e chegou a sete gols. O atacante do Goiás tem oito. Neste domingo, eles foram os mais acionados de cada lado. Pato começou bem, criou belas e boas jogadas, mas em todas as vezes errou por muito nas finalizações. Acertou no segundo tempo, quando empurrou para o gol após confusão na pequena área. Walter, dentro das limitações de sua equipe, dominou a grande maioria das bolas que recebeu, mas conseguiu chutar pouco.
O Corinthians pagou R$ 40 milhões para tirar Alexandre Pato do Milan (ITA). O atacante defende a seleção brasileira, vive em meio à fama, ganhou notoriedade pelos relacionamentos com atriz famosa e com a filha do ex-primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi. Pato é o exemplo do atleta midiático: cuida do corpo, descolore os cabelos e apara até as sobrancelhas; Walter, não. Acima do peso, o atacante do Goiás é chamado de gordinho e notabilizou-se por nada ter a ver com um atleta profissional. Luta contra a balança e não esconde os defeitos: não consegue largar lanches, refrigerantes e bolachas recheadas fora de hora.
Neste domingo, Pato e Walter não mostraram todas essas diferenças. Se desconhecidos, seriam apenas os dois jogadores de 24 anos que saíras da mesma base do Internacional. O corintiano passaria como vilão da partida por tantos erros, não fosse a bola que conseguiu empurrar para o gol e que deu o empate ao Corinthians, quando o placar marcava 1 a 0 para o visitante.
O Corinthians não fez valer o apoio da torcida no Pacaembu. No primeiro tempo, chegou ao gol de Renan diversas vezes e errou ao finalizar. Atrás, deixou espaços, aproveitados pelo rápido time treinado por Enderson Moreira. No mesmo 4-2-3-1 de Tite, com Walter como pivô, achou oportunidades às costas dos laterais corintianos.
Na segunda etapa, foi a equipe da casa que voltou melhor. Pressionou muito mais e ficou perto de marcar. Mas foi o Goiás que abriu o placar. Hugo aproveitou jogada de Renan Oliveira e , tirou Paulo André da marcação e mandou para o fundo do gol de Cássio.
A resposta do Corinthians foi dura. Não só para o Goiás, como para os torcedores corintianos. Gil aproveitou bola que sobrou na área para chutar ao gol adversário, mas o zagueiro Rodrigo tirou em cima da linha. Logo depois, Romarinho fez boa jogada e tocou para Emerson Sheik chutar sem goleiro. O herói da Libertadores, no entanto, furou, e enfureceu o Pacaembu. Minutos mais tarde, Pato empataria, mas veria o volante Amaral subir após cobrança de escanteio para definir a vitória do Goiás por 2 a 1.
Com a derrota, o Corinthians deixa de se aproximar do G-4, grupo de acesso à Libertadores, e mantém os 30 pontos. O time de Tite chegou ao quarto jogo sem vencer. O Goiás se aproxima, alcança 29 pontos, e consolida boa campanha. No minuto final da partida, a torcida corintiana criticou a equipe. Os gritos das arquibancadas pediram "vontade" aos jogadores.
O Corinthians pagou R$ 40 milhões para tirar Alexandre Pato do Milan (ITA). O atacante defende a seleção brasileira, vive em meio à fama, ganhou notoriedade pelos relacionamentos com atriz famosa e com a filha do ex-primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi. Pato é o exemplo do atleta midiático: cuida do corpo, descolore os cabelos e apara até as sobrancelhas; Walter, não. Acima do peso, o atacante do Goiás é chamado de gordinho e notabilizou-se por nada ter a ver com um atleta profissional. Luta contra a balança e não esconde os defeitos: não consegue largar lanches, refrigerantes e bolachas recheadas fora de hora.
Neste domingo, Pato e Walter não mostraram todas essas diferenças. Se desconhecidos, seriam apenas os dois jogadores de 24 anos que saíras da mesma base do Internacional. O corintiano passaria como vilão da partida por tantos erros, não fosse a bola que conseguiu empurrar para o gol e que deu o empate ao Corinthians, quando o placar marcava 1 a 0 para o visitante.
O Corinthians não fez valer o apoio da torcida no Pacaembu. No primeiro tempo, chegou ao gol de Renan diversas vezes e errou ao finalizar. Atrás, deixou espaços, aproveitados pelo rápido time treinado por Enderson Moreira. No mesmo 4-2-3-1 de Tite, com Walter como pivô, achou oportunidades às costas dos laterais corintianos.
Na segunda etapa, foi a equipe da casa que voltou melhor. Pressionou muito mais e ficou perto de marcar. Mas foi o Goiás que abriu o placar. Hugo aproveitou jogada de Renan Oliveira e , tirou Paulo André da marcação e mandou para o fundo do gol de Cássio.
A resposta do Corinthians foi dura. Não só para o Goiás, como para os torcedores corintianos. Gil aproveitou bola que sobrou na área para chutar ao gol adversário, mas o zagueiro Rodrigo tirou em cima da linha. Logo depois, Romarinho fez boa jogada e tocou para Emerson Sheik chutar sem goleiro. O herói da Libertadores, no entanto, furou, e enfureceu o Pacaembu. Minutos mais tarde, Pato empataria, mas veria o volante Amaral subir após cobrança de escanteio para definir a vitória do Goiás por 2 a 1.
Com a derrota, o Corinthians deixa de se aproximar do G-4, grupo de acesso à Libertadores, e mantém os 30 pontos. O time de Tite chegou ao quarto jogo sem vencer. O Goiás se aproxima, alcança 29 pontos, e consolida boa campanha. No minuto final da partida, a torcida corintiana criticou a equipe. Os gritos das arquibancadas pediram "vontade" aos jogadores.
O que melhor aproveitou a chance. Correu, marcou, criou e ainda fez o seu gol. Foi elogiado por Felipão e garantiu seu lugar nas próximas convocações. Mostrou que pode jogar como volante, meia e até como um segundo atacante. A polêmica que o deixou fora das últimas listas já é passado.
Já havia mostrado seu potencial durante a disputa da Copa das Confederações. Diante dos australianos, teve a ingrata tarefa de substituir o artilheiro Fred. Foi bem e fez o que Felipão mais gosta em um centroavante: gols. Com a atuação, deu importante passo para estar no grupo que vai ao Mundial do ano que vem.
O ex-jogador do Atlético-MG aproveitou a chance e infernizou a defesa australiana. Participou dos dois primeiros gols e teve rápido entrosamento com Maicon. Depois de ganhar elogios na Copa das Confederações, mostrou que pode ser importante. Já passou Lucas, seu concorrente direto por uma vaga no time.
Convocado para o amistoso contra a Suíça, Maxwell voltou a ser chamado. Contra a Austrália, atuou por 45 minutos e deu passe para o gol de Ramires. Na próxima terça, será titular contra Portugal e poderá provar que merece estar no grupo. Concorre a uma vaga com Filipe Luis, do Atlético de Madri, e Adriano, do Barcelona.
O atacante do Corinthians entrou na vaga de Jô no segundo tempo e também deixou a sua marca. Corre por fora por uma vaga no Mundial, mas aproveitou a chance e mostrou faro de gol. Neste ano, pelo Corinthians, já superou o número de partidas dos últimos anos e parece ter superado o histórico de lesões.


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